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No NOW, Aline Gallasch-Hall de Beuvink referiu que, para o ano de 2026, é preciso perceber se "a maneira de lidar com a migração e coesão social" dentro da Europa vai ser "com medidas fortes, mas humanas".
Aline Gallasch-Hall de Beuvink foi a convidada do programa Guerra e Paz — da autoria de Germano Almeida — desta sexta-feira e contou as suas perspetivas para o ano internacional de 2026.
"Vai ser um ano intenso" começou por dizer a professora universitária, sustentando que há altas expectativas para os desenvolvimentos das conversações de paz na Ucrânia, principalmente "ao nível das garantias" de segurança para Kiev.
"Também é preciso perceber como é que a União Europeia vai-se reorganizar, nomeadamente com as eleições na Hungria, as regionais na Alemanha e as autárquicas em França, que já, de certa forma, vão nos preparando para as presidenciais de 2027", mencionou.
De seguida, Aline Hall de Beuvink referiu que, para o ano de 2026, é também claro perceber se "a maneira de lidar com a migração e coesão social" dentro da Europa vai ser "com medidas fortes, mas humanas".
"É preciso, portanto, perceber se conseguem manter a ordem, mas com dignidade humanas, ou então vamos ter a polarização que se tem visto dos extremos, o que pode ser preocupante dependendo dos Estados Unidos em todo este jogo internacional", vincou.