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João Albuquerque condenou veementemente a atuação daqueles que instrumentalizam o sofrimento humano.
Em entrevista no NOW, João Albuquerque analisou a recente crise migratória em Ceuta e o aumento da pressão nas fronteiras da União Europeia.
Começou por expressar solidariedade com os migrantes que arriscaram a vida na travessia, sublinhando que "a primeira palavra tem que ser, de certa maneira, um pouco de empatia e de compaixão com as pessoas que arriscaram as suas vidas".
João Albuquerque destacou que, perante os dados conhecidos, as vítimas foram iludidas por redes de desinformação e exploração política, afirmando que "houve, de facto, uma orquestração para que estes imigrantes se deslocassem à fronteira de Ceuta".
Condenou veementemente a atuação daqueles que instrumentalizam o sofrimento humano: "condeno, sim, aqueles que se parecem aproveitar da fragilidade dos outros".
Além disso, abordou as recentes alterações do pacto europeu de asilo e migrações, alertando para os impactos nos direitos dos menores de idade detidos em centros de acolhimento durante a verificação dos processos de asilo.