Caso de Jeffrey Epstein
Donald Trump aparece também em destaque, com 110 menções em 18 documentos.
Até agora é o nome do antigo príncipe Andrew que mais aparece nos ficheiros sobre o caso de Jeffrey Epstein, num total de 425 vezes ao longo de 32 documentos.
Windsor tinha uma amizade de longa data com Epstein e manteve contacto com o norte-americano mesmo após a condenação por abuso sexual de crianças em 2008.
Em público, já pediu desculpa pelos laços passados, mas nega qualquer irregularidade.
No entanto, as contínuas revelações nos Estados Unidos aumentaram a pressão sobre Mountbatten-Windsor, que tem sido pressionado para depor numa investigação americana.
Em seguida, o nome do antigo presidente dos EUA Bill Clinton é o que mais se destaca, com 337 menções em 26 documentos.
Donald Trump aparece também em destaque, mas com 110 menções em 18 documentos.
Nos documentos são também mencionados nomes como Bill Gates, criador da empresa Microsoft, Elon Musk, dono da Tesla, e Steve Bannon, um antigo conselheiro de Donald Trump, embora com menos relevância.
Numa das acusações dirigidas ao atual presidente norte-americano, está a de uma mulher que o acusa de abuso sexual quando esta tinha menos de 15 anos. A alegada vítima diz que Trump tentou forçá-la a sexo oral e esta ter-lhe-á mordido o pénis para conseguir escapar.
Epstein morreu em 2019, na cadeia, onde se terá suicidado pouco depois de ser preso aos 66 anos. O norte-americano foi professor de matemática e de física na elitista Dalton School, antes de criar a J. Epstein & Co., onde fez grande parte das suas amizades com celebridades, artistas e políticos.