Porta-aviões USS Ford dos EUA regressa a casa após 11 meses. Apoiou guerra no Irão e captura de Maduro

Joana Ramalho | 17 de Maio de 2026 às 16:16
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Pete Hegseth

O Secretário de Defesa norte-americano, Pete Hegseth, elogiou a tripulação e fala num trabalho "fenomenal".

O porta-aviões norte-americano USS Gerald R. Ford, o maior do mundo, regressou este sábado aos Estados Unidos da América, depois de uma missão de 11 meses que incluiu prestar apoio à guerra com o Irão e auxiliar na captura de Nicolás Maduro, na Venezuela.

O navio atracou na Estação Naval de Norfolk com cerca de cinco mil marinheiros a voltarem para as suas famílias, pela primeira vez desde junho. Além das operações de combate, enfrentaram um incêndio inesperado, que deixou centenas de pessoas sem lugar para dormir e obrigou uma paragem na ilha de Creta para reparações.

O Secretário de Defesa norte-americano, Pete Hegseth, elogiou a tripulação e fala num trabalho "fenomenal" e "bem executado".

"Foi por isso que tive o orgulho de lhes entregar a condecoração presidencial da unidade pelos seus 330 dias de destacamento em todo o mundo", disse o responsável norte-americano.