Keir Starmer
Em resposta à ameaça do Presidente norte-americano, Donald Trump, de abandonar a NATO, Starmer garantiu que a Aliança foi capaz de manter os seus membros seguros durante décadas, mas admitiu que "deveria haver um elemento europeu mais forte".
O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, manteve conversações com altos responsáveis no Catar, anunciou esta sexta-feira, tendo debatido o que classificou como o "frágil cessar-fogo" na guerra entre os Estados Unidos e Irão.
Keir Starmer disse que há uma sensação de que "é necessário fazer mais trabalho" para alcançar a paz e de que o Estreito de Ormuz tem "de fazer parte da solução". Sublinha que não poderá haver portagens ou restrições a esta navegação.
Em resposta à ameaça do Presidente norte-americano, Donald Trump, de abandonar a NATO, Starmer garantiu que a Aliança foi capaz de manter os seus membros seguros durante décadas, mas admitiu que "deveria haver um elemento europeu mais forte".
Recorde-se que Donald Trump chamou os aliados de "cobardes" e disse mesmo que a NATO era um "tigre de papel".
Depois de reunir com o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, na quarta-feira, na Casa Branca, Donald Trump afirmou que a Aliança não esteve presente para os Estados Unidos e não estaria lá novamente caso necessário.