GNR fiscaliza 11 mil caçadores e detém 133 por crimes relacionados com caça

| 15 de Abril de 2026 às 18:53
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GNR fiscaliza 11 mil caçadores e detém 133 por crimes relacionados com caça

A operação, que dá pelo nome de Artémis, pretende prevenir e detectar irregularidades durante o ato venatório.

Castelo Branco lidera a lista no número de contraordenações, com 58, seguindo-se Beja com 53. Quanto ao número de crimes, também registados durante a “Operação Artémis”, as estatísticas são lideradas por Braga, com 35, seguindo-se Viseu com 19 e Bragança com 13.

No total, foram registadas 345 contraordenações relacionadas com a falta de documentação obrigatória, por transporte de armamento fora das condições legalmente previstas e por infrações praticadas pelas entidades gestoras das zonas de caça.

Quanto aos crimes, que perfazem um total de 136, entre 17 de agosto de 2025 e 28 de fevereiro de 2026, destacam-se o exercício da caça em terrenos não cinegéticos, nos terrenos de caça condicionada sem consentimento de quem de direito, nas áreas de não caça e nas zonas de caça às quais não se tenha legalmente acesso e o exercício da caça em incumprimento das normas de conservação da fauna e, em especial, das espécies cinegéticas.

A operação realizada pela GNR, através do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), tem como objetivo observar o respeito pelas medidas de proteção e conservação dos recursos cinegéticos, tendo em vista a sua gestão sustentável.

Em comunicado, a mesma força de segurança explica que a operação se caracteriza “pela realização de ações de sensibilização e cooperação no âmbito das atividades relacionadas com o ato venatório, bem como ações de fiscalização ao exercício da caça.”