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João Massano explicou que, caso algum estudante seja prejudicado nas fases de candidatura ao ensino superior, "se se verificar que tem nota para entrar, mesmo que não haja vagas, vai ser criada uma vaga adicional".
No espaço de análise no NOW, o Bastonário da Ordem dos Advogados, João Massano, abordou as recentes polémicas em torno do ministro da Administração Interna, Luís Neves, e o processo de acesso ao ensino superior.
Quanto às suspeitas sobre o governante e às investigações da Procuradoria Europeia, salientou que "a ser verdade o que ele diz, não há crime, mas há ilegalidades" e lembrou que uma investigação não implica automaticamente culpa, sublinhando que "ser arguido hoje em dia em Portugal acontece a todos".
Considerou que a decisão sobre a permanência no cargo cabe ao primeiro-ministro. Sobre a reunião com o ministro da Educação relativamente aos exames nacionais e falhas nas correções, João Massano referiu ter recebido garantias de que o princípio da igualdade será salvaguardado.
Explicou que, caso algum estudante seja prejudicado nas fases de candidatura, "se se verificar que tem nota para entrar, mesmo que não haja vagas, vai ser criada uma vaga adicional".