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As forças ucranianas intensificaram os ataques a refinarias russas, como a de Afipsky, em Krasnodar, com o objetivo de cortar o fornecimento de combustível à máquina de guerra inimiga.
Ireneu Teixeira analisou no NOW os recentes desenvolvimentos no Médio Oriente e na Europa de Leste, apontando uma escalada silenciosa e mudanças estratégicas no terreno. 'A Arábia Saudita atacou, ou respondeu, ou contra-atacou o Irão inúmeras vezes, mas não quer que se saiba', disse sobre a postura discreta de Riade.
O país tem reforçado os seus sistemas de defesa aérea, preparando-se para o pior dos cenários face à ameaça vinda do sul, nomeadamente dos rebeldes Houthi no Iémen. Em simultâneo, o conflito na Ucrânia apresenta novos contornos táticos.
As forças ucranianas intensificaram os ataques a refinarias russas, como a de Afipsky, em Krasnodar, com o objetivo de cortar o fornecimento de combustível à máquina de guerra inimiga.
Além disso, uma campanha militar focada na destruição de veículos e rotas logísticas, especialmente na estrada R280, está a surtir um efeito devastador para as tropas invasoras.
A utilização de drones com alcance superior a cem quilómetros permitiu controlar o sul do território.
Como resultado desta estratégia, a península da Crimeia deixou de receber suprimentos e ajuda militar, deixando cerca de cento e cinquenta mil militares russos totalmente isolados e vulneráveis.