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«A extrema-direita não tem sempre a mesma bitola e o mesmo padrão»

Rita Carmona Direito | 13 de Maio de 2026 às 17:00
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O antigo inspetor da Polícia Judiciária e conhecido autor português Francisco Moita Flores apresentou no NOW o seu novo romance policial, que decorre no ano de 1969, durante o período histórico conhecido como a Primavera Marcelista. A obra literária retrata o assassinato de um contínuo da polícia política na rua do Poço dos Negros, servindo de pretexto para explorar o ambiente de medo, silêncio e repressão que se vivia antes da revolução democrática. Durante a entrevista, o escritor refletiu profundamente sobre as diferenças entre a sociedade daquela época e a atual, sublinhando a importância da liberdade de expressão e da emancipação feminina, que considerou impensáveis antes da mudança de regime. O autor deixou ainda um aviso contundente sobre os perigos dos novos populismos e da extrema-direita contemporânea na Europa e no mundo. «A extrema-direita não tem sempre a mesma bitola e o mesmo padrão», alertou.