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O Head of trading do Banco Carregosa, João Queiroz, analisou no NOW a intenção do Irão em cobrar portagens a petroleiros no Estreito de Ormuz utilizando criptomoedas. Segundo o especialista, esta medida é estrategicamente complexa e juridicamente questionável. João Queiroz afirma que 'a ideia de implementar aqui um sistema de portagens é, na prática, um tanto quanto irrealista', uma vez que o Estreito é uma via internacional protegida pelo direito de livre-trânsito da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar. O especialista explica que o recurso a ativos digitais como Bitcoin ou Ethereum visa contornar sanções financeiras internacionais, mas a volatilidade e as regras de compliance dos grandes armadores tornam a aplicação em escala improvável.