A Marinha, a Força Aérea e a PJ querem transportar para o continente o narcossubmarino apreendido nos Açores com 7 toneladas de cocaína

| 31 de Março de 2025 às 15:59
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Açores

O semissubmersível em causa é quase invisível a radares e satélites.


O objetivo é claro: estudar o mini submarino que transportava sete toneladas de cocaína e evitar que outras embarcações do género cheguem ao velho continente.

O narcossubmarino em causa partiu do Brasil e tinha como objetivo chegar à Península Ibérica.

A bordo estavam cinco homens: três brasileiros, um espanhol e um colombiano. Quatro deles receberam menos de cinco mil euros pela viagem de três semanas, enquanto o quinto, que controlava a carga e a viagem, ganhou um pouco mais.

Todos foram detidos e estão presos de forma preventiva em Lisboa, podendo ser transferidos para a prisão de alta segurança de Monsanto.

O narcosubmarino foi apreendido: estava intacto em alto-mar.

As autoridades portuguesas, no caso, a Marinha, a Força Aérea e a Polícia Judiciária, querem trazer a embarcação para terra, com a ajuda de um avião militar.

O submarino é comprido, tem 18 metros e tem apenas meio metro de altura fora da linha de água, estando pintado da cor do mar, o que o torna quase invisível para radares e satélites. Por isso, foi difícil encontrar o submersível.

As autoridades portuguesas querem estudar e melhorar os equipamentos que detetam o mesmo tipo de embarcação a fim de evitar ilegalidades.