GNR
O helicóptero despenhou-se em frente à cidade da Régua nas numa zona pertencente ao concelho de Lamego a 30 de agosto de 2024.
O piloto que manobrava a aeronave que se despenhou no rio Douro com mais cinco militares da GNR que acabaram por morrer foi constituído arguido em julho do ano passado, quando foi conduzido pelos inspetores da PJ de Vila real ao tribunal de Viseu.
De lá para cá o processo já mudou de local e corre agora na procuradoria geral da república em Coimbra, onde ainda estão a ser ouvidas pessoas.
Luís Rebelo está indiciado de um crime de condução perigosa e cinco crimes de homicídio negligente. Em sua defesa aponta uma falha mecânica como possível causa do acidente.
Os inspetores do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF) apontam culpas exclusivamente ao piloto.
O acidente aconteceu a 30 de agosto de 2024 quando os cinco militares do pelotão de intervenção de proteção e socorro de Armamar regressavam à base após terem participado no combate a um incêndio em Baião.
O helicóptero despenhou-se em frente à cidade da Régua nas numa zona pertencente ao concelho de Lamego.