Aluna com paralisia cerebral colocada numa escola a 300 km de casa
Ana Caldeira e a família viveram na Maia até cerca de um ano. Com a mudança de residência para Almada, a filha, que tem paralisia cerebral, teve de mudar de médico e de fisioterapeuta. O mesmo deveria ter acontecido com a escola.
A família de uma menina de oito anos, com paralisia cerebral e residente em Almada, não consegue transferir a aluna da escola que frequentou no último ano, no concelho da Maia, para um estabelecimento na zona de residência.
Ana Caldeira e a família viveram na Maia até cerca de um ano. Com a mudança de residência para Almada, a filha, que tem paralisia cerebral, teve de mudar de médico e de fisioterapeuta. O mesmo deveria ter acontecido com a escola.
Sem conseguir transferência para um estabelecimento na área de residência, a aluna continua matriculada na antiga escola, na Maia, a mais de 300 km de casa. A mãe está revoltada e preocupada com os impactos que a situação pode ter no desenvolvimento da filha.
Apesar do contacto, não foi possível obter uma resposta do Ministério da Educação sobre o caso.