Assembleia Geral da ONU marcada por vários encontros realizados à margem deste evento
Emmanuel Macron teve uma conversa que disse ter sido "muito construtiva" com Donald Trump, sobre a situação em Ormuz e a guerra na Ucrânia.
A Assembleia Geral da ONU ficou marcada pelos vários encontros realizados à margem deste evento, nomeadamente a reunião entre o Presidente dos Estados Unidos e o Presidente da Ucrânia. Os dois líderes esperam que a guerra tenha um fim o mais rapidamente possível e estão prontos para chegar a um acordo.
Estiveram sentados lado a lado, com um objetivo que se mantém comum. Um encontro que se realizou numa altura em que Washington retomou os seus esforços de mediação diplomática com o objetivo de encontrar uma solução para o fim do conflito na Ucrânia, que se prolonga desde 2022.
Com a possibilidade de Putin se sentar à mesa de negociações, o Presidente da Ucrânia espera que Trump lhe estenda a mão.
Foi também à margem da AG da ONU que foi assinado um acordo para reforçar a presença militar norte-americana na Gronelândia.
Os Estados Unidos, a Dinamarca e a Gronelândia uniram-se para reforçar a segurança no Ártico e no Atlântico Norte.
Foi um dia com agenda cheia para Donald Trump que esteve ainda reunido com o Presidente francês. Emmanuel Macron teve uma conversa que disse ter sido "muito construtiva" com Donald Trump, sobre a situação em Ormuz e a guerra na Ucrânia.
Discutiram também a necessidade de ajudar ainda mais rápida e fortemente os ucranianos em termos de mísseis intercetores.
Macron encontrou-se também com Volodymyr Zelensky, tendo prometido apoio inabalável à Ucrânia durante o inverno, tanto por meio de assistência energética quanto de defesa aérea.
A vice-presidente da Comissão Europeia e o ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão também se reuniram. Abordaram a relação diplomática entre a União Europeia e Teerão.
O encontro decorreu sob algum sigilo e não estaria inicialmente planeado.
Fontes que acompanharam o encontro revelaram que um dos temas abordados foi a guerra entre o Irão e os Estados Unidos e as consequências para a Europa.
O chefe da diplomacia iraniana insistiu que a culpa é dos Estados Unidos e terá revelado que mantem a esperança num eventual recuo do que diz ser uma agressão injustificada dos norte-americanos.