Um novo ataque israelita atingiu este domingo o sul de Beirute, a cerca de 100 metros de um hospital público, informou uma fonte médica à Agência France Presse (AFP), sem referir vítimas.
Pelo menos sete pessoas morreram, entre elas uma menina de quatro anos, num ataque israelita contra uma localidade no sul do Líbano, num momento em que prosseguem os bombardeamentos israelitas na parte meridional do país árabe e em Beirute.
Segundo o Centro de Operações de Emergência do Ministério da Saúde Pública do Líbano, as sete pessoas morreram este domingo de madrugada num bombardeamento israelita na cidade de Kfar Hatta, em Sidon.
"O ataque do inimigo israelita provocou o martírio de sete cidadãos, entre os quais uma menina de quatro anos", afirmou o centro num comunicado divulgado pela agência oficial de notícias libanesa, NNA.Entretanto, um novo ataque israelita atingiu este domingo o sul de Beirute, a cerca de 100 metros de um hospital público, informou uma fonte médica à Agência France Presse (AFP), sem referir vítimas.
Entretanto, um novo ataque israelita atingiu este domingo o sul de Beirute, a cerca de 100 metros de um hospital público, informou uma fonte médica à Agência France Presse (AFP), sem referir vítimas.
O ataque ocorreu perto do hospital Rafic Hariri, o maior estabelecimento médico público do Líbano, situado no bairro de Jnah.
Os bombardeamentos israelitas prosseguem contra várias localidades do sul, bem como contra os subúrbios a sul de Beirute, depois de o exército israelita ter emitido hoje uma ordem de evacuação do bairro de Ghbeiri, argumentando que um dos seus edifícios é utilizado pelo grupo xiita libanês Hezbollah.
A agência NNA informou, até ao momento, de pelo menos quatro ataques israelitas contra os subúrbios a sul da capital libanesa, sem referir vítimas.
Pelo menos 1422 pessoas morreram e outras 4.294 ficaram feridas devido à ofensiva aérea e terrestre de Israel contra o território libanês, iniciada em 02 de março último, que obrigou mais de um milhão de pessoas a abandonar as suas casas, segundo o Ministério da Saúde do país árabe.