Ministra da Saúde, Ana Paula Martins
Ana Paula Martins explicou que “não houve atraso no socorro”, mas que “houve um tempo que não é [...] normal”.
Um homem com uma fratura na perna e os bombeiros de Arruda dos Vinhos esperaram 58 minutos até que o INEM atendesse uma chamada telefónica na linha usada para chegar ao centro de orientação de doentes urgentes. A ministra da Saúde justificou o atraso com o facto de os profissionais não terem utilizado a linha comum do 112.
Ana Paula Martins explicou que “não houve atraso no socorro”, mas que “houve um tempo que não é [...] normal”.
“Temos os tempos bem definidos, são tempos muito exigentes [...]. O que se passou concretamente nesse caso [...] e que utilizaram um número interno”, acrescentou.
A governante destacou a necessidade de “literacia nesta área”: “Temos de nos ajudar para que o sistema de emergência médica funcione cada vez melhor”, afirmou.