Candidatos a belém consideram distinção da “The Economist” positiva, exceto André Ventura
A revista destacou o forte crescimento do Produto Interno Bruto do país acima da média europeia, a inflação controlada e a boa performance do mercado bolsista.
Portugal é a economia do ano e quem o diz é a revista britânica 'The Economist'. De acordo com o candidato a Belém Luís Marques Mendes, a classificação “é uma boa notícia para o Governo”.
Uma economia doce como um pastel de nata para alguns, mas para André Ventura é preciso olhar para outros rankings como a pobreza no país.
“Portugal também está noutros rankings maus, como a pobreza dos idosos e dos reformados. Também está em rankings maus de subsidiodependência. [...] Eu gostava que o Governo aproveitasse esta oportunidade para poder olhar para a economia como um serviço às pessoas e não como uma aritmética de números.
Para Henrique Gouveia e Melo, a economia portuguesa tem problemas estruturais.
“Quase 20% do PIB é conjuntural, depende do turismo. Se houver uma crise internacional que afete o turismo nós entramos numa crise profunda. Por isso, é preciso haver indústrias”, defendeu.
António José Seguro deixou uma questão ao Governo.
“O próprio ‘The Economist' reconhece que temos uma economia pujante significa que um dos fundamentos reside no dinamismo do nosso mercado laboral. Se reconhece que o mercado laboral é dinâmico, é mais uma razão para perguntar ao Governo continua a insistir na necessidade de fazer uma revisão laboral”.
A revista destacou o forte crescimento do Produto Interno Bruto do país acima da média europeia, a inflação controlada e a boa performance do mercado bolsista.