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O presidente da Câmara de Lisboa não quer acreditar que o líder do Chega tenha encenado um assalto a um órgão de soberania, mas avisa: se assim for, as consequências seriam fatais para a sua carreira política. "Se não for, muito mal está o país."
Carlos Moedas reagiu esta quinta-feira no NOW ao alegado assalto ao gabinete do Chega na Assembleia da República com uma análise de dois cenários igualmente preocupantes.
"Não quero acreditar que o líder de um partido com 60 deputados fizesse isso, porque seria a morte política de André Ventura", afirmou o presidente da Câmara de Lisboa, sublinhando que encenar um assalto a um órgão de soberania seria, a confirmar-se, "gravíssimo" e incompatível com a continuidade política do líder do Chega.
Mas Moedas não ficou pelo cenário da encenação. A outra hipótese — a de que o assalto foi real — levou-o a uma conclusão igualmente trágica: "Se não for encenação, muito mal está o país."