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João Moniz destacou a ausência de agravantes disciplinares no historial do atleta e considerou que o aspeto fulcral será saber se o avançado e o selecionador Jorge Jesus conseguirão restabelecer pontes antes dos jogos agendados para novembro.
Em análise no NOW este sábado sobre o processo disciplinar instaurado a Cristiano Ronaldo pela Federação Portuguesa de Futebol, os jornalistas João Moniz e Andreia Candeias abordaram a suspensão preventiva e os possíveis desdobramentos jurídicos. Segundo João Moniz, a assunção de culpa pelo capitão da Seleção Nacional deverá ditar uma resolução célere por parte da secção não profissional do Conselho de Disciplina: «Vai ser coerente com a posição pública que tomou e vai declarar-se culpado».
O jornalista sublinhou que a suspensão preventiva já está a contar desde 30 de setembro, data em que Cristiano Ronaldo abandonou o estágio da seleção, e que os prazos de eventual castigo podem ser reduzidos para metade devido ao reconhecimento do erro. Além disso, João Moniz destacou a ausência de agravantes disciplinares no historial do atleta e considerou que o aspeto fulcral será saber se o avançado e o selecionador Jorge Jesus conseguirão restabelecer pontes antes dos jogos agendados para novembro.