Mandy
Tudo aconteceu depois de a amiga a ter atraído para a floresta a cerca de 500 metros da casa onde Mandy morava com os pais e o irmão.
O corpo foi transladado para Portugal e chegou ao aeroporto do Porto ao início da tarde desta segunda-feira. Foi levado para a capela de Pedras Salgadas, em Vila Pouca de Aguiar, onde começou a ser velado por pessoas vindas de todo o lado. Entre os presentes, que não queriam prestar declarações nem dar pormenores sobre o sucedido, iam-se ouvindo lamentos de choque. A eles iam-se juntando os jovens que carregavam flores, na sua maioria de cor branca, com cartões de mensagens de despedida à jovem.
A cerimónia foi presidida por D.António Azevedo, bispo da diocese de Vila Real, que à entrada da capela lamentou o que aconteceu.
Depois da missa, o corpo foi levado para o cemitério de São Martinho, a cerca de um quilómetro da capela. Dezenas de carros seguiram em cortejo fúnebre atrás da carrinha funerária, onde os pais e os avós acompanhavam o corpo.
Mandy não será enterrada e permanecerá numa capela do cemitério, mas o objetivo da família é que seja, entretanto, feita uma capela familiar.
Por agora, a investigação prossegue, na Suíça, onde a alegada assassinada ainda estará hospitalizada. A jovem terá confessado, no dia seguinte, que tinha matado a amiga.
Nas imagens do local do crime, ainda é percetível o rasto de sangue. Depois do confronto, Mandy ainda terá tentado arrastar-se para pedir socorro, mas não sobreviveu.
No ar continuam perguntas sobre o motivo do crime, que a família espera ver respondidas com o decorrer da investigação.