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O desaparecimento e a morte de dez cientistas nos Estados Unidos da América estão a gerar preocupação devido à falta de respostas oficiais e à vulnerabilidade de profissionais com acesso a informações sensíveis. Durante a análise do caso, Pedro Proença, advogado, e André Inácio, vice-presidente do OSCOT, Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo, sublinharam a urgência de esclarecer os eventos: ‘O governo não pode permitir que subsistam dúvidas sobre isto’. A discussão centrou-se na possibilidade de se tratar de um conjunto de coincidências ou de uma falha grave na monitorização de profissionais de áreas críticas, como a energia e a segurança aeroespacial.