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Comandante dos bombeiros alerta para riscos sísmicos em Portugal após sismo de magnitude 4,7 sentido em Lisboa

| 17 de Fevereiro de 2025 às 15:26
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Pedro Louro

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Pedro Louro disse ainda no NOW que "este tipo de situação deve servir como alerta para as ações humanas que podem estar a denegrir o planeta".

O comandante dos Bombeiros de Colares Pedro Louro esteve no NOW esta segunda-feira e comentou o recente sismo de magnitude 4,7 sentido em Lisboa.

Pedro Louro destacou a crescente suscetibilidade a este tipo de eventos sísmicos em Portugal continental e nas ilhas, sublinhando que a magnitude de 4,7 já é suficiente para gerar preocupação.

"Este tipo de situação deve servir como alerta para as ações humanas que podem estar a denegrir o planeta, levando a instabilidades na crosta terrestre", afirmou.

Relativamente às medidas a adotar durante um sismo, o comandante destacou a importância de procurar pontos seguros dentro das habitações.

"Devemos colocar-nos debaixo de mesas ou junto às ombreiras das portas, que são as áreas mais sólidas", aconselhou.

Pedro Louro alertou também para o perigo de se ficar junto a paredes, devido ao risco de colapso dos edifícios e queda de detritos.

"As pessoas devem procurar abrigo no meio da via pública e levar consigo os objetos essenciais, como medicação, para se manterem estáveis nas próximas horas", recomendou.

O comandante também assinalou a importância dos exercícios de preparação para sismos, como o "A Terra Treme", organizado pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, adiantando que, durante essas simulações nas escolas, as crianças são orientadas a procurar abrigo debaixo das mesas para se protegerem em caso de colapso do teto.

Pedro Louro alertou ainda que, é expectável que ocorram réplicas, com menor intensidade, mas que a monitorização do fenómeno é crucial para avaliar a intensidade e a frequência das mesmas. 

"Devemos estar preparados para tomar medidas de autoproteção nas zonas mais vulneráveis, onde as habitações podem estar mais suscetíveis a danos em caso de um novo sismo", concluiu.