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Para o autarca, a PSU foi “grande reforma que este Governo podia fazer”.
O presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, esteve no NOW esta sexta-feira e falou sobre congresso do PSD, marcado pelo chumbo da reforma laboral. O autarca explicou que o primeiro-ministro precisava de “fazer coisas diferentes e ler os sinais da população”. “Acho que ele interpretou bem esses sinais”, defendeu.
Segundo Isaltino Morais, o congresso serviu para “expurgar o facto de [...] terem acreditado que o Chega era um parceiro confiável”.
“Finalmente aprenderam por experiência própria que não valia a pena confiar no Chega”, afirmou, realçando o acordo entre o Governo e o Partido Socialista para aprovar a Prestação Social Única no parlamento.
Para o autarca, a PSU foi “grande reforma que este Governo podia fazer”. “Só há reformas ao centro. Fora do centro não há hipótese de fazer reformas”, defendeu.
Realçou ainda a declaração de Luís Montenegro, que disse que se demitia caso tivesse de mexer nas pensões. Na visão de Isaltino Morais, “isto é uma crítica violentíssima” a Pedro Passos Coelho, que “não mexeu no contrato social com a banca, mas mexeu no contrato social com os mais velhos, cortando pensões”.