Debate de urgência sobre aumento do custo de vida marcado por críticas entre Governo, PS e Chega

Maria Peleira Gouveia | 08 de Abril de 2026 às 22:19
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Debate de urgência sobre aumento do custo de vida marcado por críticas entre Governo, PS e Chega

Aguiar-Branco recorreu a norma-travão para não admitir propostas do Chega, do Bloco de Esquerda e da IL que visavam alterações fiscais destinadas a baixar o preço dos combustíveis.

Um debate que aconteceu no dia em que a DECO contabilizou um novo valor máximo do cabaz essencial de 63 produtos, que custa agora quase 260 euros. Entre críticas a Donald Trump, André Ventura culpou o Governo e o Partido Socialista pelo aumento do custo de vida. 

 “Alguns do lado do PS visam o Trump. E é verdade, talvez Donald Trump tenha a sua culpa, mas António Costa tem muito mais culpa do que Donald Trump”, afirmou. 

Em resposta, o PS acusa a extrema-direita de enganar os portugueses. 

O Governo mantém que não vai para já mexer nos impostos para responder à crise energética. 

“Não iremos optar por medidas que são aplausos imediatos, mas que criam e agradam os problemas duradouros”, disse o ministro dos Assuntos Parlamentares, Carlos Abreu Amorim. 

Aguiar-Branco recorreu a norma-travão para não admitir propostas do Chega, do Bloco de Esquerda e da IL que visavam alterações fiscais destinadas a baixar o preço dos combustíveis. Mesmo assim, os partidos continuam a insistir. 

Foram longas horas de críticas entre o Chega, o PSD e o PS. 

No final do debate, André Ventura volta a apontar o dedo ao Partido Socialista sobre medidas que não foram capazes de aplicar e cita Pedro Abrunhosa.