Debate de urgência sobre aumento do custo de vida marcado por críticas entre Governo, PS e Chega
Aguiar-Branco recorreu a norma-travão para não admitir propostas do Chega, do Bloco de Esquerda e da IL que visavam alterações fiscais destinadas a baixar o preço dos combustíveis.
Um debate que aconteceu no dia em que a DECO contabilizou um novo valor máximo do cabaz essencial de 63 produtos, que custa agora quase 260 euros. Entre críticas a Donald Trump, André Ventura culpou o Governo e o Partido Socialista pelo aumento do custo de vida.
“Alguns do lado do PS visam o Trump. E é verdade, talvez Donald Trump tenha a sua culpa, mas António Costa tem muito mais culpa do que Donald Trump”, afirmou.
Em resposta, o PS acusa a extrema-direita de enganar os portugueses.
O Governo mantém que não vai para já mexer nos impostos para responder à crise energética.
“Não iremos optar por medidas que são aplausos imediatos, mas que criam e agradam os problemas duradouros”, disse o ministro dos Assuntos Parlamentares, Carlos Abreu Amorim.
Aguiar-Branco recorreu a norma-travão para não admitir propostas do Chega, do Bloco de Esquerda e da IL que visavam alterações fiscais destinadas a baixar o preço dos combustíveis. Mesmo assim, os partidos continuam a insistir.
Foram longas horas de críticas entre o Chega, o PSD e o PS.
No final do debate, André Ventura volta a apontar o dedo ao Partido Socialista sobre medidas que não foram capazes de aplicar e cita Pedro Abrunhosa.