Ana Figueiredo revela que foram acionados meios alternativos de emergência “para mitigar impactos” e mobilizados mais de 1500 técnicos para as zonas afetadas.
A Meo também reagiu às declarações deixadas pelo Presidente da República, afirmando que foram acionados mais de 1500 técnicos para as zonas afetadas, bem como meios alternativos de emergência com o objetivo de mitigar os impactos sentidos pela depressão Kristin. A CEO da Meo, Ana Figueiredo, admite que as declarações de Marcelo Rebelo de Sousa “só podem resultar de informações incompletas e imprecisas”.
“Desde o dia 28 [de janeiro], ativámos de imediato o nosso plano de contingência, com mais de 1.500 técnicos no terreno, mobilizados de forma contínua, muitas vezes em condições extremamente exigentes. Foi igualmente acionada a nossa sala de crise, em funcionamento 24 horas por dia, 7 dias por semana, garantindo coordenação permanente de todos os meios técnicos e operacionais”, diz Ana Figueiredo, em resposta ao Negócios.
A CEO garante que a operadora tem estado em contacto permanente com a Proteção Civil e com as entidades de emergência, num “total alinhamento institucional”. “Paralelamente, foram acionados meios alternativos de emergência, precisamente para mitigar impactos e garantir a maior resiliência possível das comunicações em contextos excecionais”, assegura.
O compromisso, diz ainda, está “na recuperação plena dos serviços e no apoio às populações e entidades críticas”. Por isso, e tendo em conta que estão no terreno desde o primeiro momento, “as declarações proferidas pelo senhor Presidente da República só podem resultar de informações incompletas ou imprecisas sobre o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido”, com Ana Figueiredo a defender o “profissionalismo irrepreensível” e o “esforço incansável” das equipas que estão no terreno.
“O setor das comunicações respondeu, como sempre respondeu, com sentido de missão, responsabilidade e entrega total”, sustenta a líder da Meo, em linha com aquilo que já foi defendido pelos seus concorrentes.