Devin Nunes acusa FBI e CIA de censurarem conservadores nas redes sociais

| 16 de Junho de 2025 às 13:55
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Devin Nunes

"Um milhão de norte‑americanos não foi apenas silenciado — foi pura e simplesmente eliminado das redes", afirmou.

O diretor-executivo do Trump Media & Technology Group (TMTG), Devin Nunes, afirmou esta segunda-feira que a alegada instrumentalização das agências de segurança dos Estados Unidos contra Donald Trump, em 2015, abriu caminho a "uma censura sem precedentes" nas principais plataformas digitais.

Durante a sua intervenção na “The Lisbon Conference”, Devin Nunes declarou que “o FBI e a CIA foram armados contra o Partido Republicano no final de 2015”. Segundo o responsável, após a vitória de Trump nas eleições presidenciais de 2016, “a administração Obama passou a alegar que o Presidente só ganhou por causa do Facebook, do Twitter e de outras plataformas sociais”, o que, na sua perspetiva, serviu de justificação para impor restrições a vozes conservadoras.

“Um milhão de norte-americanos não foi apenas silenciado — foi pura e simplesmente eliminado das redes”, afirmou. Nunes, que presidiu à Comissão de Informações da Câmara dos Representantes, recordou que, enquanto deputado pela Califórnia, perdeu a capacidade de comunicar com mais de 800 mil eleitores, depois de ter sido bloqueado nas redes Instagram, Facebook, Twitter e YouTube nos meses que antecederam as presidenciais de 2020.

Como resposta a esse bloqueio, explicou Devin Nunes, procurou alternativas, processo que culminou na criação da Truth Social — plataforma lançada por Donald Trump em 2022 e atualmente gerida pela TMTG, da qual é diretor-executivo.