Aeroporto Humberto Delgado
Contactada pelo NOW, a empresa Menzies, uma das empresas de assistências de serviços em terra, chegou a garantir que a situação já estaria praticamente regularizada. Uma afirmação desmentida por muitos passageiros.
Há ainda dezenas de pessoas que continuam com as malas retidas no aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, na sequência do apagão geral nesta segunda-feira.
Ao fim de quatro dias da falha energética, continuam a haver passageiros que não sabem onde está a bagagem. É o caso de Carolina Tripet, que chegou a Portugal na segunda-feira e, infelizmente, minutos depois de aterrar, deparou-se com um país completamente às escuras.
À semelhança de Carolina também outros passageiros chegaram no dia do apagão e desde aí que ainda não conseguiram recolher a bagagem no aeroporto de Lisboa. Queixam-se, especialmente, da falta de apoio por parte das companhias aéreas.
Na terça-feira foi reforçado o número de trabalhadores na assistência de serviços em terra, uma medida que alguns passageiros consideram ser insuficiente.
Desde o segunda-feira que vários passageiros já vieram mais de cinco vezes ao aeroporto Humberto Delgado e continuam à espera das malas.
Contactada pelo NOW, a empresa Menzies, uma das empresas de assistências de serviços em terra, chegou a garantir que a situação já estaria praticamente regularizada. Uma afirmação desmentida por muitos passageiros.
No total, foram mais de 70 mil pessoas que foram afetadas pelo apagão. Muitas tiveram voos cancelados ou atrasados, outras ficaram com bagagens retidas no aeroporto.
No site do aeroporto de Lisboa, a recomendação dada é que os passageiros devem continuar a contactar diretamente as companhias aéreas antes de se deslocarem para o aeroporto.