Diogo Pacheco Amorim falha eleição para vice-presidente da Assembleia da República

| 03 de Junho de 2025 às 19:50
FOTO: Alexandre Azevedo

Diogo Pacheco de Amorim foi o nome proposto pelo Chega para o cargo de vice-presidente da Assembleia. Teresa Morais, do PSD, foi eleita com 196 votos a favor, seguida de Marcos Perestrelo, eleito com 128 e Rodrigo Saraiva, com 179.

Diogo Pacheco de Amorim não foi eleito vice-presidente da Assembleia da República. Este foi o nome proposto pelo Chega para o cargo de vice-presidente da Assembleia. Teresa Morais, do PSD, foi eleita com 196 votos a favor. Marcos Perestrelo foi eleito por 128 e Rodrigo Saraiva por 179.

Pacheco de Amorim precisava apenas de mais um voto para ser eleito à primeira.

Em declarações aos jornalistas, depois da primeira sessão plenária da XVII legislatura, André Ventura considerou que falha na eleição do deputado do Chega foi uma "nova traição". 

"Não se compreende, num partido que é o segundo maior do parlamento, que os outros partidos devem mandar em tudo", disse André Ventura. "Estão a tentar fazer um cordão sanitário a um partido que os portugueses escolheram", acrescentou ainda.

A eleição dos vice-presidentes da Assembleia da República é feita através de uma lista de quatro nomes, cada um indicado pelos quatro partidos mais votados. Para os vice-presidentes serem eleitos precisam de ter 116 votos. Neste caso, três vice-presidentes tiveram a confiança de mais de metade dos deputados.

No caso dos vice-presidentes, o nome indicado pelo Chega não recebeu essa confiança. Ventura já fez saber que vai apresentar novo nome. 

O Presidente da Assembleia da República anunciou que a nova votação é feita na primeira sessão plenária.

"A Assembleia da República tem condições para funcionar em termos regimentais", declarou Aguiar-Branco.