Mondego
Originou a rutura de parte do troço da A1, em Coimbra, no sentido norte‑sul. O ministro das Infraestruturas e Habitação admitiu que vão ser precisas várias semanas para concluir os trabalhos de reparação.
Mais de 2.100 metros cúbicos de água por segundo. O dique cedeu à velocidade e a violência das águas., o que Miguel Pinto Luz descreveu como "uma situação absolutamente anormal".
A rutura de diques na região já tinha sido antecipada pela autarquia, que ativou um plano de evacuação para cerca de três mil pessoas.
O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, informou que o “problema” estava a “ser monitorizado há vários dias pelo laboratório nacional de engenharia civil” e que o executivo do qual faz parte estava a par dos “riscos” existentes na zona.
A zona que ruiu já estava cortada ao trânsito nos dois sentidos, entre o nó de Coimbra norte e Coimbra sul.
O caudal do rio Mondego aumentou drasticamente.
O dique colapsou por volta das cinco e quarenta e cinco da tarde desta quarta-feira e pavimento cedeu ao quilómetro 191.
Zonas agrícolas ficaram inundadas.
A Brisa pediu sugeriu alternativas à interrupção da A1 através do corredor A8/A17/A25 ou o IC2.
Num comunicado enviado às redações, a concessionária admite que, não sendo possível, estimar o prazo de conclusão das obras de reparação, está empenhada em minimizar transtornos.
A Brisa está a monitorizar o desenvolvimento da situação com vistorias permanentes, e tem no terreno, mais de 30 operacionais.