Ucrânia
Serve como moeda de troca pelo apoio militar prestado pelos Estados Unidos.
Numa altura em que são avançadas várias ideias para o futuro da Ucrânia, as perspetivas para alcançar um acordo entre Washington e Kiev são escassas.
Além dos minerais da Ucrânia, agora a administração de Donald Trump quer controlar um importante gasoduto que liga a Rússia à Ucrânia e à União Europeia. A ação está a ser descrita com um golpe colonial, com poucas hipóteses de ser aceite por Volodymyr Zelensky.
A infraestrutura construída durante a era soviética. Liga a cidade de Sudzha, no oeste da Rússia, à cidade ucraniana de Uzhhorod, a cerca de 1200 quilómetros de distância.
A notícia surge após mais um encontro entre as autoridades norte-americanas e ucranianas, para discutir as propostas da Casa Branca para um acordo de minerais.
Donald Trump admite que as negociações estão num bom caminho, mas voltou a deixar recados.
Já este domingo e após o violento ataque em Sumy, um porta-voz do Kremlin disse que as negociações com os Estados Unidos estão a progredir a vários níveis.
Entretanto, o novo chanceler alemão veio defender que a Ucrânia não deve aderir à NATO ou à União Europeia enquanto estiver em guerra com a Rússia.
Numa entrevista, Friedrich Merz alertou que nesta fase o estatuto de guerra da Ucrânia torna impossível qualquer adesão e que a paz entre a Ucrânia e a Rússia é imperativa.