Colocar à frente da ventoinha uma garrafa de água gelada para espalhar ar fresco, ou escrever cinco problemas numa folha A4 para arrumá-los nas horas de sono são estratégias que ajudam. Além da alimentação leve e do telemóvel desligado. O pneumologista Joaquim Moita esclarece.
Se é certo que os portugueses dormem pouco e mal – deitam-se tarde e levantam-se cedo –, pior quando os quartos parecem fornos. Nas últimas semanas, pelas ondas de calor extremo, a propensão para insónias e sonos fragmentados aumenta. Mas há boas notícias: não é assim tão difícil conseguir dormir bem. Há estratégias simples para regular a temperatura interna do corpo e a de casa, de modo a ter oito horas de descanso reparador e acordar com vitalidade, seja para ir para a praia (se estiver de férias) ou para trabalhar sem bocejos e irritabilidade.
O pneumologista Joaquim Moita, também presidente da assembleia-geral da Associação Portuguesa de Sono (APS), enumera, a pedido da SÁBADO, as medidas mais eficazes para adormecer neste Verão – um dos mais quentes de sempre. Tem por base os estudos científicos e a experiência clínica acumulada de 34 anos a trabalhar na área do sono.