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Ireneu Teixeira criticou a falta de controlo nas fronteiras europeias e a atribuição de cidadania a indivíduos radicalizados. Foi defendida uma maior transparência na divulgação de dados estatísticos e um escrutínio rigoroso, alertando que a inação das autoridades coloca em risco a segurança pública e prejudica as próprias comunidades imigrantes que vivem e trabalham de forma honesta.
Ireneu Teixeira analisou no NOW a denúncia de cartazes com mensagens de ódio e antissemitismo exibidos na Universidade de Coimbra, bem como no aumento da violência extremista na Europa. «As universidades portuguesas são as novas madrassas? Estamos a ensinar conhecimento ou a passar propaganda e ideologia?», questionou.
Mostrou imagens de cartazes com frases como «Fique hidratado, beba lágrimas judaicas» e apelos ao extermínio, classificados como atos criminosos e de incitamento ao terrorismo.
A participação de docentes nestas manifestações foi duramente criticada, sublinhando-se a urgência de apurar responsabilidades e aplicar a lei de combate ao terrorismo para proteger os valores democráticos.
Na segunda parte do programa, o foco virou-se para a imigração e os recentes ataques perpetrados por extremistas islâmicos em Itália, Suíça e Países Baixos.
Ireneu Teixeira criticou a falta de controlo nas fronteiras europeias e a atribuição de cidadania a indivíduos radicalizados. Foi defendida uma maior transparência na divulgação de dados estatísticos e um escrutínio rigoroso, alertando que a inação das autoridades coloca em risco a segurança pública e prejudica as próprias comunidades imigrantes que vivem e trabalham de forma honesta.