EUA

Elon Musk acusado de consumo recorrente de drogas durante funções na administração norte-americana

| 31 de Maio de 2025 às 14:45
Elon Musk  e Donald Trump
Elon Musk e Donald Trump FOTO: Lusa

Esta não é a primeira vez que Elon Musk é apontado como consumidor habitual de substâncias psicoativas. O Wall Street Journal já tinha noticiado anteriormente que o empresário recorria a drogas em quantidades elevadas, especialmente em ambientes de festas privadas.

Elon Musk está a ser acusado de ter consumido drogas de forma recorrente durante o período em que desempenhou funções como um dos principais conselheiros do Presidente norte-americano, Donald Trump.

A informação foi avançada pelo jornal "The New York Times", que cita fontes anónimas próximas do empresário. Segundo o diário norte-americano, Musk terá consumido com regularidade cetamina, ecstasy e cogumelos alucinogénios, sendo que o consumo terá aumentado à medida que o bilionário ganhava influência política em Washington.

Estas alegações surgem apenas dois dias depois de o fundador da Tesla ter anunciado o fim da sua passagem pela administração norte-americana, onde desempenhava o papel de “funcionário especial do Governo”.

Esta não é a primeira vez que Elon Musk é apontado como consumidor habitual de substâncias psicoativas. O Wall Street Journal já tinha noticiado anteriormente que o empresário recorria a drogas em quantidades elevadas, especialmente em ambientes de festas privadas.

O próprio Musk admitiu, em declarações anteriores, que tomava cetamina, alegando, no entanto, que o fazia por motivos médicos, no âmbito do tratamento de um quadro depressivo.

Esta sexta-feira, durante a sua despedida oficial da Casa Branca, o empresário foi confrontado com a mais recente investigação do "New York Times", mas recusou comentar o caso.

“O New York Times é a mesma publicação que ganhou um Prémio Pulitzer por notícias falsas sobre o Russiagate?”, reagiu Musk, em conferência de imprensa ao lado de Donald Trump, numa referência às alegações de interferência russa nas eleições presidenciais de 2016.