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José Sócrates avançou com uma providência cautelar no Tribunal Administrativo de Lisboa contra a Ordem dos Advogados, numa tentativa de travar a nomeação do seu último advogado oficioso, Luís Carlos Esteves. A ação, que deu entrada a 29 de abril, baseia-se na alegação de que a nomeação foi feita pelo Conselho Geral e não pelo Conselho Regional de Lisboa, o que constituiria uma ilegalidade no procedimento. Carlos Rodrigues Lima disse no NOW que esta manobra é vista como mais uma estratégia da defesa no âmbito da Operação Marquês. O objetivo principal será suspender o ato de nomeação, deixando o antigo primeiro-ministro novamente sem representação legal no processo criminal e, consequentemente, provocando um novo impasse na justiça. 'José Sócrates aqui parece-me que está a tentar jogar em todas as frentes para tentar empatar o julgamento', referiu.-