Estreito de Ormuz: «Ainda não vimos o pior desta crise»

| 11 de Abril de 2026 às 15:22
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O advogado Agostinho Pereira Miranda e o analista político Eduardo Baptista Correia estiveram no NOW este sábado para falar sobre o que se pode esperar das negociações entre os EUA e Irão no Paquistão. «É uma negociação hipersensível em vários tópicos. Aliás, é tão sensível que as partes não se encontram face a face. (...) É uma coisa que, logo à partida, nos gera desconfiança quanto às verdadeiras intenções, tanto de uma parte como de outra», diz o analista. «Omã tomou a iniciativa de negociações diretas com Irão visando, aparentemente, a celebração de um protocolo que seria suplementar a um tratado que assinou com o Irão em 2015. (...) Está a tentar furtar-se a um desígnio que parece ter sido transmitido pela administração norte-americana, que é: já que o Irão estabeleceu uma rota, Omã deveria estabelecer outra a sul», acrescenta Agostinho Pereira Miranda.