Irão
Donald Trump reitera o compromisso em ajudar os iranianos e apelou a todos os norte-americanos para abandonarem o Irão com máxima urgência num plano que não envolva a ajuda da Casa Branca.
À medida que os protestos contra o regime no Irão aumentam, o número de mortos também sobe. A agência de notícias dos ativistas dos direitos humanos confirma que já morreram mais de 2500 manifestantes nos protestos contra o regime dos ayatollah.
Perante o conflito e os i ncentivados do filho do último xá do Irão, as mensagens de apoio do príncipe herdeiro continuam a chegar. A ajuda prometida pelos Estados Unidos pode estar, no entanto, mais próxima do que o esperado.
Depois da condenação à morte de Erfan Soltani, jovem de 26 anos, detido na passada quinta-feira durante a manifestação, os EUA ameaçaram tomar medidas drásticas contra o regime iraniano caso as execuções sejam levadas a cabo.
A embaixada norte-americana no Irão foi mais longe e alertou para a necessidade de a população americana a viver no país de sair o mais depressa possível.
A promessa de ajuda internacional foi, no entanto, criticada pela China, que diz ser contra qualquer intervenção externa na política iraniana. Face à ameaça iminente de um ataque norte-americano, o Irão assumiu uma posição reativa.
O regime avisa os países como a Turquia e a Arábia Saudita da possibilidade de atacar bases militares norte-americanas nos seus territórios caso os EUA intervenham.