Exclusivo NOW: Diz-se no Parlamento Europeu que Cotrim de Figueiredo poderá ser o novo ministro da Administração Interna

Inês Simões Gonçalves | 11 de Fevereiro de 2026 às 13:33
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Bruno Gonçalves, eurodeputado do PS

Bruno Gonçalves, em declarações exclusivas ao NOW, disse acreditar que o primeiro-ministro já tem uma “alternativa imediata” para o cargo. "Não se compreende sequer outra coisa", defendeu.

O eurodeputado Bruno Gonçalves, em exclusivo ao NOW, defendeu que, para aceitar a demissão da ministra da Administração Interna, o primeiro-ministro deve ter já “uma alternativa imediata para o cargo”. 

“Já ouvimos falar de vários nomes durante esta semana. Alguns apontavam para o ministro [António] Leitão Amaro — que, aliás, pareceu muito visivelmente importado com a crise no primeiro momento — [...]. Outros aqui vão comentando que pode ser até um alargamento ao espaço da direita com João Cotrim de Figueiredo”, explicou. 

O eurodeputado considerou que “o mais importante é que exista uma solução para o país” e que “infelizmente, essa solução não era esta ministra".

Lamentou ainda que Montenegro continue sem dizer ao país "qual é a solução para o futuro”, acrescentou. 

Recorde-se que a ministra da Administração Interna apresentou a demissão do cargo esta terça-feira, por considerar “já não ter as condições pessoais e políticas indispensáveis ao exercício do cargo”.  

A demissão surgiu depois de Maria Lúcia Amaral ter sido alvo de diversas críticas à resposta à tragédia provocada pela tempestade Kristin. A ex-governante foi criticada pelo atraso da resposta e por não ter aparecido em público nos dias mais críticos.

Em resposta, a ministra afirmou que “há muito trabalho que se faz em contexto de invisibilidade". Também durante os incêndios no verão de 2025 Maria Lúcia Amaral tinha sido acusada de não estar no terreno.