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O Coronel Eduardo Caetano de Sousa e José Manuel Anes analisaram no NOW a falha de segurança durante o jantar dos correspondentes da Casa Branca, evento que contou com a presença de Donald Trump, e que levantou sérias questões sobre os protocolos de proteção em vigor. Afirmaeam que 'o que é espantoso é que, de facto, os serviços secretos fazem bem o seu papel: proteção e extração das personalidades. Mas antes disso é inacreditável'. A pessoa suspeita do ataque, com trinta e um anos, conseguiu aceder ao local apenas com um bilhete não personalizado, sem que fosse exigida qualquer identificação, o que facilitou a entrada no hotel.