«Fernando Alexandre é o ministro que até ao verão tinha uma imagem mais inabalável no governo. Agora sai um bocadinho amolgado»

Rita Carmona Direito | 15 de Setembro de 2026 às 12:05
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Bruno Faria Lopes abordou também o inquérito instaurado pelo gabinete de Amadeu Guerra ao diretor nacional da Polícia Judiciária, Carlos Cabreira, por suspeitas de falsas declarações e escutas ilegais.

O jornalista Bruno Faria Lopes analisou no NOW as dificuldades no arranque do ano letivo, marcadas pela existência de centenas de alunos sem turma atribuída, bem como as investigações da Procuradoria-Geral da República a dirigentes da Polícia Judiciária.

Sobre a situação nas escolas públicas, Bruno Faria Lopes apontou falhas de articulação na gestão do setor e frisou que 'isto é um estresse para os pais'.

O especialista salientou que 'houve um problema administrativo' após as alterações com a nova agência que substituiu a DGEST, considerando que o ministro da Educação sai do período de verão 'chamuscado', embora recuse que seja o pior governante do setor desde 1975.

Bruno Faria Lopes abordou também o inquérito instaurado pelo gabinete de Amadeu Guerra ao diretor nacional da Polícia Judiciária, Carlos Cabreira, por suspeitas de falsas declarações e escutas ilegais.

Referiu que a denúncia interna exige escrutínio rigoroso e alertou para as questões institucionais decorrentes da passagem de Luís Neves da direção da PJ para o Governo.