Fernando Madureira pretende mostrar que não instigou o que aconteceu na Assembleia-Geral do FC Porto em novembro de 2023

| 18 de Outubro de 2024 às 16:45
FOTO: Luís Manuel Neves

O ex-líder dos super dragões é acusado dos crimes de ofensas à integridade física, coação agravada, ameaça e de instigação pública por arremesso de um objeto.

A fase de instrução da "Operação Pretoriano" no Tribunal de Instrução Criminal do Porto, com início previsto para esta sexta-feira, foi adiada devido à greve dos oficiais de justiça.

O principal arguido, Fernando Madureira, mais conhecido como "macaco", pretendia mostrar que não instigou o que aconteceu na Assembleia-Geral do FC Porto, em novembro de 2023. Garantiu ainda que nunca montou um plano para calar os apoiantes de André Vilas-Boas.

O ex-líder dos super dragões, que está em prisão preventiva desde fevereiro, é acusado dos crimes de ofensas à integridade física, coação agravada, ameaça e de instigação pública por arremesso de um objeto.

Para 25 de outubro, a próxima sexta-feira, estão marcados os interrogatórios dos arguidos Carlos Nunes, José Pedro Pereira e Fernando Saúl, antigo funcionário do FC Porto. Falta saber quando serão remarcados os depoimentos de Fernando e Sandra Madureira.