A greve no Estabelecimento Prisional do Linhó começou em dezembro de 2024 e afetou, entre outros aspetos, a frequência de visitas e a entrega de roupa lavada por familiares aos reclusos.
A greve de guardas prisionais na cadeia de Linhó, Cascais, vai terminar na segunda-feira ao fim de 13 meses, após ter sido acordado menos tempo de pátio para reclusos inativos, indicaram esta quinta-feira fontes sindical e da tutela.
"A DGRSP [Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais] [...] confirma que foi estabelecido um acordo que prevê que, dia 12 de janeiro, termine a greve do corpo da guarda prisional que tem vindo a ter lugar no Estabelecimento Prisional do Linhó", informou, em resposta à Lusa, fonte oficial do organismo, escusando-se a adiantar pormenores.
De acordo com o presidente do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP), Frederico Morais, foi acordado entre os delegados sindicais daquela cadeia e a DGRSP a redução de quatro para duas horas e meia a duração do tempo de pátio dos reclusos inativos.
"Um piso será de manhã e outro à tarde, e na semana seguinte muda", precisou o dirigente sindical, sublinhando que o objetivo do SNCGP era a redução para duas horas do tempo de pátio de presos sem qualquer atividade de formação ou profissional.
O acordo foi firmado depois de, em 01 de janeiro, a direção da prisão ter mudado, algo que Frederico Morais considerou central para este desfecho.
O presidente do SNCGP acrescentou que a diminuição do tempo de pátio dos presos inativos era a principal reivindicação dos guardas prisionais do Linhó, sustentando que as agressões a estes profissionais se tornaram praticamente inexistentes quando a duração de recreio dos reclusos inativos diminuiu.
A greve no Estabelecimento Prisional do Linhó começou em dezembro de 2024 e afetou, entre outros aspetos, a frequência de visitas e a entrega de roupa lavada por familiares aos reclusos.
"A DGRSP [Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais] [...] confirma que foi estabelecido um acordo que prevê que, dia 12 de janeiro, termine a greve do corpo da guarda prisional que tem vindo a ter lugar no Estabelecimento Prisional do Linhó", informou, em resposta à Lusa, fonte oficial do organismo, escusando-se a adiantar pormenores.
De acordo com o presidente do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP), Frederico Morais, foi acordado entre os delegados sindicais daquela cadeia e a DGRSP a redução de quatro para duas horas e meia a duração do tempo de pátio dos reclusos inativos.
"Um piso será de manhã e outro à tarde, e na semana seguinte muda", precisou o dirigente sindical, sublinhando que o objetivo do SNCGP era a redução para duas horas do tempo de pátio de presos sem qualquer atividade de formação ou profissional.
O acordo foi firmado depois de, em 01 de janeiro, a direção da prisão ter mudado, algo que Frederico Morais considerou central para este desfecho.
O presidente do SNCGP acrescentou que a diminuição do tempo de pátio dos presos inativos era a principal reivindicação dos guardas prisionais do Linhó, sustentando que as agressões a estes profissionais se tornaram praticamente inexistentes quando a duração de recreio dos reclusos inativos diminuiu.
A greve no Estabelecimento Prisional do Linhó começou em dezembro de 2024 e afetou, entre outros aspetos, a frequência de visitas e a entrega de roupa lavada por familiares aos reclusos.