Greve de pessoal não docente fecha as cinco escolas do agrupamento Ferreira de Castro em Mem Martins

Sandro Bettencourt | 20 de Novembro de 2024 às 12:22
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Mem Martins

Os profissionais em greve garantem que a falta de trabalhadores está a afetar a qualidade do acompanhamento e de segurança das crianças e jovens que frequentam o agrupamento.


É mais uma greve do pessoal não docente em protesto contra o que diz ser falta de condições e de profissionais. Mais de três mil alunos ficaram em casa devido ao cancelamento das aulas no agrupamento de escolas de Mem Martins durante a greve do pessoal não docente.

A greve vai manter-se até sexta-feira de forma a pedir ao Governo e à Câmara Municipal de Sintra um reforço de trabalhadores, principalmente de assistentes operacionais com funções de auxiliar de ação educativa.

O Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais critica a transferência de profissionais entre escolas.

Os profissionais em greve garantem que a falta de trabalhadores está a afetar a qualidade do acompanhamento e de segurança das crianças e jovens que frequentam o agrupamento.

O preto que os manifestantes vestem significa o luto das condições de trabalho em falta e transmite a insatisfação com a falta de ação por parte dos responsáveis políticos.

Caso a autarquia não reaja na resolução desta falta de recursos humanos no agrupamento, os manifestantes garantem que a luta vai continuar com mais greves e marchas em protesto.