António Costa escreve que é de uma "importância crucial" não só garantir a segurança nuclear, como "prevenir quaisquer ações que possam agravar ainda mais as tensões ou minar o regime global de não proliferação".
O Secretário-Geral da ONU, António Guterres, emitiu uma declaração a apelar ao fim imediato do conflito, alertando para os riscos de “um conflito regional mais amplo com graves consequências para os civis e e a estabilidade regional”.
O antigo primeiro-ministro português lembrou ainda que todos os Estados-membros devem “respeitar as suas obrigações perante o direito internacional, incluindo a Carta das Nações Unidas”, que proíbe “a ameaça do uso da força contra a integridade territorial ou a independência política de qualquer Estado”.
Já o presidente do Conselho Europeu considera que "os acontecimentos no Irão são extremamente preocupantes". Na rede social X, António Costa escreve que é de uma "importância crucial" não só garantir a segurança nuclear, como "prevenir quaisquer ações que possam agravar ainda mais as tensões ou minar o regime global de não proliferação".
Classificando o regime de Teerão como "assassino", destaca que a União Europeia tem "promovido consistentemente esforços diplomáticos", apelando a todas as partes que "exerçam a máxima contenção, protejam os civis e respeitem integralmente o direito internacional".