Saúde
Ainda assim, o mês mais crítico verificou-se na legislatura de António Costa, em maio de 2023, quando mais de 1,7 milhões de utentes em Portugal não tinham médico de família atribuído.
Há pouco mais de um ano, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, prometeu, em altura de campanha para as eleições legislativas de 2024, um médico de família para todos os portugueses até ao final deste ano. Agora, em 2025, o cenário é diferente, com mais 36 mil utentes sem médico de família em relação ao ano passado. Assim, no total, há mais de 1,5 milhões utentes sem atribuição médica no país.
No entanto, o número de utentes com médico de família estava a aumentar, sendo que dezembro foi o mês de melhor prestação do executivo de Luís Montenegro. A inversão na tendência ocorreu apenas em janeiro, agravando-se no mês seguinte.
Ainda assim, o mês mais crítico verificou-se na legislatura de António Costa, em maio de 2023, quando mais de 1,7 milhões de utentes em Portugal não tinham médico de família atribuído.
As aposentações dos profissionais e o aumento do número de inscritos nos centros de saúde são fatores que contribuíram para este aumento.