Homem executado na Póvoa de Varzim este domingo era procurado no Brasil por suspeitas de liderar rede de narcotráfico

| 11 de Agosto de 2025 às 23:10
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Rafael Lourenço

As autoridades brasileiras acreditavam que Rafael Lourenço era o cabecilha do grupo "Fantasmas do Cajururu".

Rafael Lourenço estava ligado ao tráfico de droga, a crimes de branqueamento de capitais e homicídios. O cadastro era já longo e com acusações de narcotráfico. Seria o líder do gangue "Fantasmas do Cajururu", que assombrou a zona de Curitiba. Para não ser preso no Brasil, fugiu para Portugal.

Evadido à justiça, foi encontrado morto na Póvoa de Varzim este passado domingo, depois de ser executado à queima-roupa.

Vítima de pelo menos cinco disparos, foi assassinado em plena luz do dia.

Vivia em Lisboa, mas foi no norte do país que acabou por morrer. O cenário encontrado, leva a crer que Rafael Lourenço terá tentado escapar antes de ser atingido fatalmente.

O caso está na alçada da Policia Judiciária, que tentava apurar se haveria camarâs de vigilância à volta que pudessem ajudar a identificar o autor do crime.

A arma do homicídio não foi ainda encontrada. As autoridades suspeitavam que estaria num caixote do lixo perto do local da morte.

Os motivos deste assassinato não são ainda claros, embora a investigação olhe para o passado criminoso da vítima como um indício.

As autoridades brasileiras suspeitavam que este homem era o líder do gangue "Fantasmas do Cajururu", que já atua em solo brasileiro há mais de 20 anos.