Questões em torno de conteúdos pedagógicos de cidadania e diversidade reabrem discussão sobre enquadramento psicológico e limites da intervenção escolar. Em causa está o vídeo da intervenção de uma munícipe numa sessão autárquica.
A 2 de dezembro, durante uma sessão extraordinária de intervenção do público na Câmara Municipal de Oeiras (CMO), Filipa Fernandes, mãe de um aluno do 1.º ciclo de uma escola da autarquia, deixou fortes críticas à iniciativa I Love 2 Help, integrada no programa educativo OeirasEduca+, que visa ligar o ensino formal à oferta educativa não-formal existente no concelho, facilitando o acesso de escolas e docentes a atividades pedagógicas promovidas ou apoiadas pela Câmara de Oeiras.
O programa inclui iniciativas nas áreas de artes, ciências, sociedade e cidadania, ambiente e sustentabilidade, com o objetivo de "fomentar competências sociais, culturais e cívicas entre os alunos".