Lisboa
Segundo fonte policial, os agentes não conseguiram encontrar testemunhas do acidente que ocorreu no ano passado.
A investigação ao acidente, ocorrido no dia 30 de novembro de 2025, em Lisboa, está com a divisão de trânsito.
Seis jovens morreram num despiste brutal seguido de incêndio. Os corpos ficaram totalmente carbonizados, irreconhecíveis, mas foi possível fazer a identificação das vítimas através das autópsias.
Mas tanto os agentes da divisão de trânsito da PSP de Lisboa, como investigadores que analisam todos os acidentes ocorridos em Lisboa, ainda não conseguiram encontrar quaisquer testemunhas do despiste e capotamento do BMW onde seguiam os seis amigos.
A única testemunha, que depôs logo no próprio dia do acidente, é um agente da PSP que estava de serviço na embaixada dos Estados Unidos.
Mas este agente só presenciou os momentos que se seguiram ao despiste. Descreveu a forma rápida como o carro se incendiou, impedindo a fuga dos ocupantes.
A PSP está, assim, a concentrar-se nas perícias à viatura. A análise aos destroços visa apurar as causas mecânicas que conduziram ao acidente fatal para os seis jovens.
No dia 30 de novembro era Bruno Balça quem seguia ao volante. Filho dos donos do carro, no automóvel estavam ainda as irmãs Flora e Tomásia Moreira, Daniela Morais, Nelson Ferreira e Luís Garrido.
O grupo, composto por jovens de origem angolana, estaria a regressar a casa, após uma festa.