Estreito de Ormuz
O Presidente dos Estados Unidos garante que o canal marítimo não será utilizado como arma contra o mundo.
"A abertura do Estreito de Ormuz é um passo na direção certa": as palavras são do Secretário-Geral das Nações Unidas. António Guterres diz que é necessário restaurar a liberdade de navegação na passagem marítima, que tem estado refém da guerra no Médio Oriente.
O Irão diz que a segurança de todos os navios que atravessarem o estreito está garantida e os Estados Unidos agradecem.
"O Irão concordou em nunca mais fechar o Estreito de Ormuz. Este já não será utilizado como arma contra o mundo!", disse Donald Trump através das redes sociais.
Agora, o Irão e os Estados Unidos dizem que estão a trabalhar em conjunto para remover todas as minas marítimas do Estreito de Ormuz.
Após o Irão ter declarado a reabertura do canal marítimo, Donald Trump diz ter recebido um telefonema dos países da NATO.
"Eu disse para eles ficarem longe, a menos que queiram apenas abastecer os seus navios com petróleo. Eles foram inúteis quando precisámos deles", acrescentou.
O transporte comercial e de pessoas, no Estreito de Ormuz tem sido incerto. Esta sexta-feira fez a travessia através desta passagem marítima o primeiro navio de passageiros desde que a guerra no Médio Oriente começou.
Com a bandeira de Malta, este cruzeiro esteve atracado no Dubai durante 47 dias. Acabou por abandonar o porto horas depois de o irão ter anunciado a reabertura do Estreito de Ormuz.