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Rosário Melo e Castro, diretora da Máxima, falou no NOW sobre a participação de Israel no Festival da Eurovisão e as respetivas implicações políticas e culturais. «A Eurovisão sempre foi uma espécie de xadrez político, porque ao longo do tempo não podemos dizer que seja um festival que seja completamente não político», sublinhou. A discussão abordou uma investigação do 'New York Times' que expõe a estratégia de Israel para utilizar o festival como uma ferramenta de influência e de aproximação aos valores ocidentais, alcançando mais de cento e sessenta milhões de espectadores. Foi ainda debatido o conceito de aproveitamento de causas sociais, com críticas à forma como o país se associa à comunidade LGBTQI+ para promover uma imagem favorável, uma prática frequentemente descrita como uma manobra de diversão.