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O responsável sindical descreveu a situação atual, afirmando que «o resultado visível é este caos nos exames». José Feliciano Costa enumerou várias anomalias reportadas pelos professores classificadores, incluindo a indisponibilidade frequente da plataforma, problemas na digitalização das provas com imagens cortadas ou incompletas, e a ausência ou publicação tardia dos critérios de classificação.
O secretário-geral da FENPROF, José Feliciano Costa, esteve no NOW esta terça-feira para abordar os problemas na plataforma de classificação dos exames nacionais, após o Ministério da Educação ter prolongado o prazo de correção.
O responsável sindical descreveu a situação atual, afirmando que «o resultado visível é este caos nos exames». José Feliciano Costa enumerou várias anomalias reportadas pelos professores classificadores, incluindo a indisponibilidade frequente da plataforma, problemas na digitalização das provas com imagens cortadas ou incompletas, e a ausência ou publicação tardia dos critérios de classificação.
O secretário-geral destacou as dificuldades técnicas, mencionando que «há professores que não conseguem finalizar porque o botão de finalizar não aparece».
Face a estes constrangimentos, a FENPROF anunciou que vai avançar com uma ação na justiça. «No dia 17 vamos entregar na Procuradoria-Geral da República um pedido de apreciação de todo este processo», explicou o representante, com o objetivo de apurar as responsabilidades políticas e técnicas.
O secretário-geral rejeitou o pedido de desculpas do ministro da Educação, sublinhando que «este ministro ainda não assumiu as responsabilidades».